Exílio Tecnológico

Analisando o cotidiano, é possível afirmar a dependência tecnológica dos jovens.

Destacarei alguns excessos do uso da tecnologia que trazem malefícios tanto para a pessoa humana em questão quanto para a vida à sua volta.

Em casos ditos “normais” por pesquisadores do ramo, os jovens entre doze e dezessete anos são os mais afetados pela necessidade-psicológica-tecnológica. Digo necessidade psicológica por ser algo imposto como preciso por seu encéfalo altamente desenvolvido, o que faz o adolescente pensar que deve manter contato com tal tecnologia ao menos uma vez por dia, porém é uma necessidade irreal, criada pelos costumes trabalhados ao longo de certo período.

Também há casos extremos em que, tanto adolescentes quanto adultos, passam a exilar-se do cotidiano, mantendo seu físico e psicológico centrados em uma máquina, tal como um computador pessoal. Esse tipo de doença, em seu contexto geral, gera imaturidade autônoma, o que seria brevemente descrito como o ato de não ter autonomia.
Mas em que a falta de autonomia resulta na vida desse jovem? Pois bem… imagina agora uma dependência tão grande de tecnologia na vida dese indivíduo que o faz desacreditar que simples tarefas como acordar cedo para ir ao colégio, organizar-se para o dia seguinte ou então varrer um cômodo de sua casa sejam necessárias não só para a sua responsabilidade moral como também para a sua saúde. Isso não serial legal, não é mesmo?

Pode-se facilmente concluir que o excesso tecnológico, além de criar uma espécie de habitat individual, também causa afastamento familiar e problemas de saúde.

“Não há problema sem solução”
Pois saibam que este caso não é uma exceção.