Exílio Tecnológico

Analisando o cotidiano, é possível afirmar a dependência tecnológica dos jovens.

Destacarei alguns excessos do uso da tecnologia que trazem malefícios tanto para a pessoa humana em questão quanto para a vida à sua volta.

Em casos ditos “normais” por pesquisadores do ramo, os jovens entre doze e dezessete anos são os mais afetados pela necessidade-psicológica-tecnológica. Digo necessidade psicológica por ser algo imposto como preciso por seu encéfalo altamente desenvolvido, o que faz o adolescente pensar que deve manter contato com tal tecnologia ao menos uma vez por dia, porém é uma necessidade irreal, criada pelos costumes trabalhados ao longo de certo período.

Também há casos extremos em que, tanto adolescentes quanto adultos, passam a exilar-se do cotidiano, mantendo seu físico e psicológico centrados em uma máquina, tal como um computador pessoal. Esse tipo de doença, em seu contexto geral, gera imaturidade autônoma, o que seria brevemente descrito como o ato de não ter autonomia.
Mas em que a falta de autonomia resulta na vida desse jovem? Pois bem… imagina agora uma dependência tão grande de tecnologia na vida dese indivíduo que o faz desacreditar que simples tarefas como acordar cedo para ir ao colégio, organizar-se para o dia seguinte ou então varrer um cômodo de sua casa sejam necessárias não só para a sua responsabilidade moral como também para a sua saúde. Isso não serial legal, não é mesmo?

Pode-se facilmente concluir que o excesso tecnológico, além de criar uma espécie de habitat individual, também causa afastamento familiar e problemas de saúde.

“Não há problema sem solução”
Pois saibam que este caso não é uma exceção.

O famoso dia 13 na sexta-feira

Olá leitores.

Hoje é sexta-feira, mas não é sexta-feira 13. Triste? Na verdade… não.

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Eu estava lendo algumas coisas sobre outras coisas que sequer poderiam ter algo em comum com o aclamado e temido dia 13 na sexta-feira, e achei interessante dar uma revisadinha sobre o assunto e publicar algo relacionado aqui.

Bom, não querendo ser direto ao ponto mas já sendo, sexta-feira 13 nada tem a ver com halloween ou com fantasmas, bruxas e derivados.

Como todos que costumam acompanhar o blog sabem, eu apenas dou as minhas opiniões sobre o que foi lido e/ou estudado por mim, não sou nenhum grande pesquisador ou grande pensador a fim de lhes proporcionar conhecimento através do que aqui for postado, mas sim de criticar certas coisas e difundir opiniões, por isso comentários são sempre bem-vindos e respondidos caso haja necessidade.

Há muitas crenças e crendices que dizem respeito à sexta-feira 13, tais como Jesus ter sido perseguido por essa data por ter sido crucificado numa sexta-feira e por um dia antes ter feito uma ceia com no total 13 participantes, ele e seus discípulos.
Também há várias outras não tão famosas quanto esta recém citada, como uma história de origem nórdica onde o deus Odin realizou uma reunião com outras 12 divindades sem ter convidado Loki, deus da discórdia e do fogo, o que resultou na morte de Balder que era uma divindade importante conhecida, causando a ideia de que a reunião de 13 pessoas não terminaria bem.

Fora essas estórias, há uma outra que mais me chamou atenção.

Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, popularmente conhecida como os Cavaleiros Templários, é a que mais deu sentido à coisa para mim.

Talvez você que está lendo esta publicação agora saiba um pouco sobre eles, ou talvez não saiba, enfim… vou falar alguma coisa que extraí por aí (corrija-me se eu estiver errado).

A Ordem dos Cavaleiros Templários foi inicialmente criada por uma fraternidade secreta chamada O Priorado de Sião (ok, não é mais secreta), que foi fundada em Jerusalém no ano de 1099 por um rei francês chamado Godofredo de Bouillon, com o intuito de manter a salvo um poderoso segredo mantido por sua família desde os tempos de Cristo.
O Priorado de Sião ficou sabendo de certos documentos escondidos sob a ruína do Templo de Salomão que causariam um abalo gigantesco se divulgados e que a igreja faria de tudo para colocar as mãos neles. Logo esses documentos precisariam ser encontrados e mantidos em segredo para que a verdade nunca morresse durante as gerações, daí é que entram os Cavaleiros Templários.

Os Cavaleiros Templários tinham uma missão que os faziam seres de bem e apoiados por certo público popular, proteger os peregrinos cristãos na Terra Santa.
Mas a verdade não era essa, pois o seu verdadeiro objetivo era encontrar os documentos perdidos nas ruínas do Templo de Salomão, na Terra Santa.
Os Cavaleiros Templários residiram naquelas ruínas durante quase uma década, a fim de localizar os tão desejados documentos que eles acreditavam estar enterrados o mais fundo possível sob as ruínas, abaixo de uma câmera sagrada onde os judeus acreditavam residir o próprio Deus.

Saibam que eles encontraram algo, mas algo que até a própria história desconhece.
Eles foram de encontro ao Vaticano, na Europa, onde começaram a ficar mais e mais influentes da noite para o dia.

Lá pelo século XIV é que a tragédia que resultou na fama da Sexta-feira 13 aconteceu.
O Papa Clemente V estava indignado com tamanho poder dos templários que decidiu juntar-se ao Rei Filipe IV da França, a fim de tomar posse de seus tesouros e assumir o comando dos segredos que mantinham o Vaticano refém dos templários.
O Papa Clemente enviou uma ordem lacrada em envelopes para todos os seus soldados em toda a Europa no dia 13 de outubro de 1307, numa sexta-feira.
A Carta então afirmava que o papa havia tido uma visão de Deus afirmando que os templários eram hereges que cultivavam o amor ao demônio e ao homossexualismo, desrespeitavam a cruz e tinham outros comportamentos blasfemos.
A ordem aos soldados franceses era clara: caçar, reunir e torturar todos os templários até que confessassem seus crimes contra Deus.

Daí então vem a tão renomada Sexta-feira 13, onde inúmeros templários foram torturados, mortos e queimados na fogueira como hereges, o que fez com que essa data fosse considerada dia do azar.

Bom galera, ta aí um pouco de história que vale a pena ficar sabendo. Nunca neguem conhecimento.

Até o próximo post…
See Ya! (por que é que eu sempre escrevo isso mesmo?)

Ingenuidade adolescente

Num país propriamente dito democrático, onde há pessoas com o direito de escolha, vou destacar neste texto alguns fatos relevantes que se tornaram irrelevantes com o pesar dos costumes de um público de grande massa e de fácil acesso: os adolescentes.

Também gostaria de ressaltar, mas sem generalizar, que o público adolescente costuma ser um público ignorante e sem muitos princípios, até pelo exagero de levarem ao pé da letra a frase “o importante é ser feliz”.

Não devemos negar o fato de que a felicidade é, direta ou indiretamente, a nossa meta de vida, mas ela costuma ser temporária e só a mantém aquele que faz por ela. O que é querido dizer aqui, é que essa fase da vida, a adolescência, é uma fase em que as pessoas (os adolescentes) tentam descobrir, a partir do linguajar, de suas atitudes e de sua aparência, quem realmente são. Não que isso seja ruim, mas a questão que realmente intriga é a falta de responsabilidade e até mesmo de personalidade e características individuais a que se submetem pela meta de conseguirem ser aceitos por uma sociedade tendenciosa adolescente.

Por serem de início ignorantes, estão aptos à manipulação, tanto para a melhora quanto para a piora de suas condutas, de seus princípios e de uma consciência mais adequada com base no bom senso, o que talvez explique os motivos que os levam a seguir seus gostos e preferências conforme o que é mostrado na mídia televisiva e informativa.

A falta de conscientização dos adolescentes não provém de algo que eles precisem passar para adquirir a tão aclamada aceitação social, mas sim de uma falta de educação mental e estrutural que deveria vir desde as suas pré-adolescências e até mesmo de suas infâncias.

Simbologia Pagã

E aí leitor, como vai você?

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Eu não costumo adentrar nos assuntos aqui postados, mas costumo sempre fazer uma análise um tanto crítica, mas não tão evoluída, sobre o assunto proposto, para entender como eu pensava, penso e pensarei a respeito de tal assunto.

Eu comecei a ler um livro um tanto curioso, exemplarmente escrito e muito revelador sobre coisas que ainda são discutidas pelo mundo todo, desde os seus primórdios de integração na história humana.

O Código Da Vinci é um livro instigante, muito bem elaborado e influenciado sobre os aspectos político-religiosos que, de certa forma, consegue fazer uma analogia bem crítica a respeito do que foi, é e será, a tão aclamada crença e disputa religiosa.
Antes de mais nada, quero ressaltar que: não, eu ainda não li o livro por inteiro. Para ser ainda mais sincero, estou apenas no capítulo 6 dos seus 105 capítulos, incluindo os seus agradecimentos, prólogo e epílogo que compõem 423 páginas de puro entretenimento com ênfase histórico-religiosa, fora o seu bônus final com um trecho do livro que enfatiza o início das aventuras de Robert Langdon (personagem principal de O Código Da Vinci), Anjos e Demônios, do ilustre escritor Dan Brown (há boatos de que o autor foi assassinado por saber demais sobre assuntos religiosos-científicos, o que é uma mentira).

Dou a Dan Brown o mérito por me fazer entender e reavaliar algumas coisas que eu sempre pensei que tive noção quanto a certas questões religiosas mas nunca compreendi, de fato, o seu verdadeiro significado.

Simbologia Pagã, o que é isso?
Para entender a simbologia pagã, é preciso entender, primeiramente, o paganismo.

O paganismo é, resumidamente, um estilo de crença religiosa dos camponeses antigos (do latim paganus, que significa camponês, rústico, etc), que se refere às tradições religiosas politeístas (religiões com dois ou mais deuses, não importando o gênero/sexo).

Meu objetivo para com este artigo é simples: demonstrar a linha tênue entre o sentido literário (se é que posso dizer isso) dado à simbologia pagã e o satanismo.

Embora qualquer fonte de pesquisa afirme o real sentido do paganismo, a ideia popular ainda é questionável: por que ainda as pessoas associam pagão com demoníaco?

Filmes hollywoodianos estão aptos a convencer qualquer pessoa de que o paganismo é, simplesmente, uma adoração ao dito como ‘mal’, ou o ‘contrário-do-bem’. A verdade é que o relatado pelos filmes não é uma verdade nua e crua, mas sim uma adaptação que vem desde as épocas em que o cristianismo tentava se impor como religião monoteísta superior a quaisquer outras religiões politeístas. Há pessoas que usam o termo neopaganismo para se referir a este tipo de paganismo, e eu o acho extremamente eficiente neste contexto.

Voltando às simbologias pagãs, há um símbolo extremamente conhecido e antigo (se não o mais conhecido), usado há mais de 4.000 anos antes de Cristo, chamado de pentagrama
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O pentagrama, assim como qualquer outro símbolo pagão, é um símbolo que não tem um significado concreto, pois sua interpretação depende exclusivamente do lugar onde ele está situado e de sua referência no contexto histórico daquela região.

Dizer que o pentagrama tem um significado único seria como dizer que os capuzes brancos da Ku Klux Klan tem o mesmo significado nos Estados Unidos e na Espanha, sendo que, na verdade, esses capuzes significam ódio e racismo nos EUA e na Espanha significam fé religiosa.
Afirmar com certeza absoluta (isso é redundante?) o significado da simbologia pagã é algo muito relativo, quase impossível de se “acertar na mosca”, pois os símbolos tem significados diferentes em lugares diferentes.

Há quem diga que o pagão é o ser adorador do demônio, e este tipo de pessoa está: ERRADA.
Os pagãos eram como os índios, viviam no meio rural (ou selva) e não tinham recebido ensinamentos cristãos, e por isso se apegavam às velhas religiões da natureza, tal como Zeus é o deus do céu (existe uma grande diferença entre deus e Deus) e Hades é o deus do inferno.

Voltando ao pentagrama… Ele é um símbolo ‘pré-cristão’ relacionado a adoração à natureza. Nesse tempo em que a conhecidíssima mitologia grega reinava, o mundo era dividido em duas metades: masculina e feminina. Quando masculino e feminino estavam equilibrados, havia harmonia mundial, e o símbolo dado a isso seria o Yin e Yang.

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O que explica a falta de bom senso dada ao pentagrama, na contemporaneidade, é que ele foi, primeiramente, usado para representar o lado feminino de todas as coisas, conhecido pelos historiadores de “o sagrado feminino” ou “a divina deusa” e agora representa um símbolo demoníaco que, na visão de teóricos conspiratórios, significa Lúcifer, o Anjo-Caído, ou simplesmente o Diabo.

Não é querer generalizar por parte das pessoas, mas o mundo está do jeito que é pela falta de conhecimento que nos damos o prazer de ter.

Espero que, após ler este post, você saiba o que pensar a respeito do verdadeiro significado da simbologia pagã (relacionada à natureza, e não ao satanismo) quando souber de algo a respeito do assunto por parte de alguém que não tenha o verdadeiro conceito sobre isso, achando que tem a verdade na ponta da língua.

See Ya!